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Matrizes de Axé

Religiões afro-brasileiras explicadas com contexto: Umbanda, Candomblé, outras tradições, divindades, entidades, história, terreiros, patrimônio e conceitos frequentemente confundidos.

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Baiana de acarajé em traje branco tradicional junto ao tabuleiro com acarajés, diante de casario histórico, com silhueta do Brasil ao fundo.
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Ofício das Baianas de Acarajé: o que o Iphan protege além da comida e por que o registro passou a ser nacional

O registro reconhece saberes, religiosidade, indumentária, tabuleiro, trabalho e transmissão — e, desde 2022, abrange o país onde a prática é identificada.

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Representação editorial de um terreiro com figuras rituais cobertas por tecidos e palha, comunidade vestida de branco e um dossiê de patrimônio em primeiro plano.
Terreiros e Patrimônio15/09/20269 min de leitura

Omo Ilê Agboulá: o que o tombamento de 2026 reconhece sobre os egúngun e a história da casa

O tombamento estadual de 2026 protege o Omo Ilê Agboulá como patrimônio material e reconhece sua centralidade no culto aos egúngun, sem confundir registro histórico, tradição oral ...

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Xirê no Candomblé: por que a ordem dos orixás pode variar entre nações e casas

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No Candomblé, “nação” identifica uma tradição ritual e uma linhagem histórica. Entenda como Ketu, Jeje e Angola se diferenciam sem reduzir orixás, voduns e inquices a sinônimos.

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Celebração afro-brasileira ao ar livre diante de um mercado histórico, com participantes vestidos de branco, atabaques, flores e oferendas.
Terreiros e Patrimônio12/09/20268 min de leitura

Bembé do Mercado: por que o 13 de Maio virou candomblé de rua e patrimônio cultural

Entenda como o Bembé nasceu em 1889, transformou o 13 de Maio em celebração pública do Candomblé e ganhou reconhecimento patrimonial na Bahia e no Brasil.

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Ritos, Símbolos e Calendários10/09/20266 min de leitura

Cosme e Damião, Ibejis e caruru: por que 27 de setembro reúne tradições diferentes

Entenda por que 27 de setembro reúne caruru, Cosme e Damião e Ibejis na Bahia sem confundir tradições católicas e afro-brasileiras.

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Ebó, oferenda e despacho: por que os termos não são sinônimos em todas as tradições

Entenda como ebó, oferenda e despacho se relacionam — e por que o significado muda conforme tradição, casa e contexto ritual.

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Orixá, entidade, guia e ancestral são a mesma coisa? Entenda as diferenças entre Candomblé e Umbanda

Orixá, entidade, guia e ancestral não são sinônimos. Veja como os termos costumam funcionar no Candomblé e na Umbanda, por que variam entre casas e como evitar generalizações.

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Terreiros e Patrimônio02/09/20267 min de leitura

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Ibeji, erês e Cosme e Damião: por que não são a mesma coisa

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Sobre o Matrizes de Axé

Matrizes de Axé é um blog informativo dedicado à diversidade das religiões afro-brasileiras. Explicamos Umbanda, Candomblé e outras tradições, seus conceitos, histórias, divindades, entidades, espaços, celebrações e patrimônios a partir de fontes religiosas, históricas, acadêmicas e institucionais adequadas a cada assunto. Práticas e interpretações podem variar entre tradições, nações, regiões e casas; por isso, evitamos apresentar uma experiência específica como regra geral. Afirmações religiosas são identificadas como crenças e tradições, enquanto acontecimentos históricos, dados públicos e reconhecimentos institucionais são apresentados com suas respectivas fontes.

Responsável: Núcleo de Tradições Afro-Brasileiras